segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

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Pela porta da cosinha entrei em casa, mas como a possuí-la mais que anteriormente. Conhecia-na e isso me deixava satisfeita. Fui à sala e o vi sentado no sofá, de modo infantil e doce, o que talvez tenha me atraído, dada minha infância reclusa, tal como minha docilidade não compartilhada e aparentemente em dormência.
Nesse momento, gravado em mente com acrescida beleza, as infindáveis reações que me poderiam ocorrer ficaram retidas sobre o chão, sob meus pés. Corei. Disse ''oi'' à visita e corri ao quarto. Ajustei-me fantasiada.

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