Permiti-me guiar pelo meu mundo interior. Tocar o tronco de árvores velhas, como se lhes fizesse carinho e de modo a sentir o esfacelamento da vida em cascos menores sempre foi mais importante que preocupações cotidianas. Isolei-me, curiosamente integrando-me ao que podia sentir, sem grandes discriminações, pois não tocava somente o natural mas também os intrigantes elementos que surgem da integração humana - à qual não pertenço.
Aquilo que me espantava ainda me e espanta. E tudo isso é tão banal, de tão fabuloso e insolúvel que muito me canso. Ainda sou tudo o que fui, acrescida de simbólicos ajustes.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário